Foto: Beto Albert (Arquivo/Diário)
A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) informou que, à época do envio de e-mails com ameaças à comunidade acadêmica, que resultou na prisão de uma mulher na tarde de segunda-feira (4), realizou as denúncias às autoridades competentes para investigação. Em nota, a instituição afirmou que não irá se manifestar sobre os desdobramentos do caso.
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A manifestação ocorre após a Polícia Federal cumprir, na tarde de segunda-feira (4), mandado de prisão preventiva contra uma mulher investigada por ameaçar estudantes e servidores da universidade. A ação integra a Operação Campus Seguro 3.
O caso ganhou repercussão após o envio de mensagens eletrônicas com conteúdo de ameaça, indicando a possibilidade de ataques dentro do campus. Na ocasião, a UFSM adotou medidas internas e reforçou protocolos de segurança, além de comunicar os órgãos responsáveis.
A investigada já havia sido alvo de medidas cautelares determinadas pela Justiça, como a proibição de contato, presencial ou virtual, com integrantes da universidade, e a obrigação de comparecimento periódico em juízo. Conforme a Polícia Federal, houve descumprimento dessas determinações, o que levou à decretação da prisão preventiva.
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A UFSM informou que o caso envolve questões de cunho pessoal e que o andamento do processo está sob responsabilidade das autoridades policiais e do Judiciário.
A investigação segue em andamento. A Polícia Federal não informou o nome da suspeita nem quais seriam as motivações para as ameaças feitas à universidade.